Ações do plano de mobilidade humanizam trânsito na Avenida Manoel Tavares

A mobilidade urbana, na área da Avenida Manuel Tavares, uma das principais vias de Campina Grande, tem passado por um processo de mudanças por conta de fatores como a humanização do trânsito, o plano local de mobilidade urbana e a adequação da cidade à legislação em vigor. Foi o que informou na manhã desta segunda-feira, 20, a engenheira de trânsito e membro da Comissão Municipal de Mobilidade Urbana, Araci Brasil.

Segundo ela, entre outras providências, foi feita, recentemente, a semaforização de dois cruzamentos na Avenida Manoel Tavares por conta da execução do sistema macro de binários da cidade. Este sistema de binários possibilita, entre outras vantagens, a ligação entre diversos bairros.

“Estamos fazendo a ligação de forma anelar, ou seja, como se fosse um anel destinado a ligar diversos bairros, sem que seja preciso que o motorista, por exemplo, use a Avenida Canal, a rotatória do Parque da Criança ou mesmo a rotatória do INSS. Tudo isso exige uma série de providências e adaptações que aos poucos são compreendidos e apoiados pela comunidade”, acrescentou.

Neste contexto, explicou que para o cumprimento da legislação em vigor deve acontecer a implantação ou melhoria de calçadas (sem rampas, degraus e inclinações), tudo beneficiando os pedestres. Por isso, o canteiro central da Avenida Manoel Tavares foi aperfeiçoado para favorecer, por exemplo, o ciclista, daí a implantação de uma ciclovia bidirecional naquela movimentada avenida.

“Trata-se de uma via arterial, pois é ligada a uma BR, vinda de Lagoa Seca. Por conta disso, o fluxo de veículos é de alta intensidade, mesmo estando em área urbana. Daí, recomenda-se que se criem ciclovias para veículos não-motorizados. Isto foi fundamental na execução deste plano, resultando numa ciclovia sobre o canteiro central da Manoel Tavares” , acrescentou.

Lembrou ainda que existiam baias que faziam com que os carros ficassem resguardados para fazer o contorno, mas o aumento do fluxo de veículos gerou inúmeros acidentes no setor. Para evitar este tipo de ocorrência foi preciso o fechamento das baias em benefício, sobretudo, de pedestres e ciclistas.

“Com as baias, o veículo ficava resguardado, mas agora quem está resguardado é o ciclista. Fizemos com que as baias fiquem fechadas e a travessia do carro mais curto, daí a redução do número de contornos”, disse, acrescentando que a sinalização do local vai sendo também aperfeiçoada com a implantação de placas aéreas e outas ações.

Fonte: Codecom

 

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