Campina Grande participará da elaboração de guia para cuidado da microcefalia

Romero_microcefaliaA Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande foi convidada pelo Ministério da Saúde para participar da elaboração do “Guia para o cuidado da microcefalia na Atenção Básica”. O manual trará orientações sobre avaliação do desenvolvimento da criança e estimulação precoce para equipes de Saúde da Família, Atenção Básica e Equipes dos Núcleos de Apoios à Saúde da Família – Nasf. Para isso, será realizado nesta quinta-feira (28) uma webconferência à partir das 10h (11h horário de Brasília) no auditório do Ministério Público da Paraíba – MPPB, localizado no Complexo Judiciário, no bairro da Liberdade.
De acordo com o Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde o foco do material é a abordagem da criança, com objetivo de falar das atribuições e possibilidades de atuação das equipe de Atenção Básica neste contexto. O guia ainda terá a finalidade de oferecer uma consulta rápida para avaliação do desenvolvimento da criança e das ações de estimulação precoce possíveis na Atenção Básica.

Além de Campina Grande, outros municípios brasileiros irão participar da elaboração do guia, que será construído através da troca de experiências de profissionais das Equipes de Saúde da Família (médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e Agente Comunitário de Saúde) e dos Nasf (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, assistente social e psicólogo).

Mais casos – Segundo o Comitê Municipal que investiga os casos de microcefalia na cidade, até agora 37 crianças nasceram com a doença nos hospitais campinenses. Destas, apenas quatro são filhos de residentes de Campina Grande. O Comitê informou ainda que outras três gestantes do município já estão com diagnóstico intra-uterino confirmado. Ou seja, nos próximos meses mais bebês deverão nascer com microcefalia nas maternidades do município.

Assistência – Campina Grande foi o primeiro município a estabelecer a relação entre os casos de microcefalia e o zika vírus, graças a iniciativa da médica do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida – Isea, Adriana Melo. A cidade também saiu na frente na criação de um ambulatório especializado para atendimento às gestantes que apresentaram sintomas de zika. O serviço funciona desde novembro no Hospital Municipal Pedro I e também já está atendendo crianças com microcefalia.

Fonte: Codecom

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