Campina sai de alto risco para médio risco no índice de transmissão da dengue

dengueO quinto Levantamento de Índice Rápido por Infestação de Aedes aegypti (LIRAa) de Campina Grande em 2014 apontou que o município diminuiu o índice de infestação médio, com 2,9%, contra 4% do levantamento anterior, de acordo com os dados da Vigilância Ambiental em Saúde. Isto quer dizer que a cidade saiu da condição de alto para médio no risco de transmissão da dengue.

O levantamento foi feito entre os dias 20 e 24 de outubro em sete mil imóveis. De acordo com a gerente da Vigilância Ambiental em Saúde e Zoonoses de Campina Grande, Rossandra Oliveira, a diminuição do índice é resultado do trabalho desenvolvido pelos agentes de endemias.

“Todos os dias eles fazem vistorias nas residências, mas é preciso que os moradores colaborem porque em 87% dos sete mil imóveis deste último LIRAa havia focos do mosquito dentro de caixas d’água, tambores e tanques”, disse.

Rossandra ressaltou ainda que o levantamento anterior foi feito em julho, quando a ocorrência de chuvas é maior e os focos aumentam naturalmente. Do 4° para o 5° LIRAa, os bairros que mais conseguiram diminuir os índices foram: Mirante, Monte Castelo, Santo Antônio e José Pinheiro, de 9,1 para 3,5; Lauritzen, de 5,7 para 3,9; Bela Vista, de 4 para 1,4; e Bodocongó, 5,5 para 3,4.

Apesar dos níveis positivos, alguns bairros ainda registraram índices altos e merecem atenção. Cruzeiro e Jardim Paulistano estão em alto risco com 4,1 e locais como Alto Branco, Castelo Branco, Itararé, Jardim Tavares, Lauritzen, Nações, Vila Cabral, Nova Brasília, Sandra Cavalcanti e Tambor estão no limite da classificação de médio risco, com 3,9. Nestes pontos, as ações de combate, prevenção e orientação serão intensificadas.

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