Casos de Chikungunya, Zika e Dengue são confirmados em Campina Grande

dengueA Secretaria de Saúde de Campina Grande foi notificada nesta terça-feira, 8, pela Secretaria de Saúde do Estado sobre a circulação da febre Chikungunya no município. Um paciente de 21 anos de idade teve o exame positivo para a febre e deve passar por observação e continuar o tratamento que já vinha sendo feito.

O exame que atestou a doença foi realizado no Laboratório Central de Saúde Pública, Lacen-PB. A Secretaria de Saúde de Campina Grande já acompanha os casos suspeitos de Chikungunya e informa cada suspeita ao Ministério de Saúde, mas somente agora, após o resultado dos exames, pode ser confirmado o primeiro caso da febre na cidade em 2016.

O paciente é da Liberdade, bairro que apresentou uma infestação do Aedes aegypti em 8,2% das residências visitadas. Este índice está acima da média da cidade e configura um alto risco de transmissão das doenças provocadas pelo mosquito. Outras três pessoas de cidades circunvizinhas também tiveram o diagnóstico positivo para a Chikungunya.

Também forma confirmados casos de outras doenças transmitidas pelo Aedes. Em Campina Grande são 6 pessoas infectadas com o vírus da Zika. Duas delas moram no bairro das Malvinas, uma no Monte Santo, uma no Dinamérica, uma no Presidente Médici e uma na comunidade Lagoa de Dentro.

Com relação à dengue, 34 casos foram notificados este ano na cidade, mas apenas 28 moram efetivamente em Campina Grande e outras 6 pessoas são de outros municípios. Deste total, 5 casos foram considerados positivos para a dengue. Nenhuma das pessoas infectadas é gestante.
As Unidades Básicas de Saúde vêm acompanhando estes pacientes e encaminhando todos os casos suspeitos para os hospitais. Os pacientes que precisam de tratamento mais severo são internados imediatamente.

Com relação ao trabalho de combate e de prevenção ao mosquito transmissor das doenças, os Agentes de Combate às Endemias já visitaram 149.681 residências para encontrar e eliminar focos ou locais que sirvam de criadouros para o Aedes aegypti. Isto representa 83% de todas as casas existentes na cidade.

“Também estamos fazendo trabalho educativo nas escolas, nas instituições privadas e nos espaços públicos para conscientizar a população sobre o risco que estamos vivendo de enfrentar mais problemas por causa deste mosquito. Estamos em uma situação de emergência em saúde e as pessoas precisam entender a dimensão disto. Mais de 90% dos focos estão nas casas e temos que contar com a ajuda de todos para combater o vetor”, apelou a Secretária de Saúde de Campina Grande, Luzia Pinto.

Fonte: Codecom

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