CER atende crianças com Síndrome de Down

Na quarta-feira passada, 21 de março, foi celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down. Em Campina Grande o Centro Especializado em Reabilitação (CER) é o espaço adequado para a assistência e acompanhamento a essas pessoas. Atualmente, 12 pessoas com a síndrome são atendidas no local.

Essas pessoas recebem atendimentos individuais e em grupos. Elas também são assistidas por psicólogos e psicopedagogos. Os maios novos, até 3 anos, fazem estimulação precoce semanalmente com fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. “O objetivo desses atendimentos é criar uma maior independência física desses futuros adultos, com maior controle motor e consciência dos movimentos empregados. Com os psicólogos e os psicopedagogos estimulamos a parte cognitiva e comportamental”, explicou a coordenadora do CER, Jeime Leal.

O CER funciona onde antes existia a AACD, que foi municipalizada pela Prefeitura de Campina Grande em 2016. O espaço oferece agora, além da reabilitação motora, as reabilitações cognitiva, auditiva e visual. A estrutura física também foi ampliada e a oficina ortopédica, para confecção de próteses que existe no prédio, teve a capacidade de produção aumentada.

Com a reestruturação do serviço, a PMCG transferiu as crianças com microcefalia e outros distúrbios causados pela Síndrome Congênita do Vírus Zika, antes atendidas no Hospital Municipal Pedro I, para o centro. As mais de 100 crianças passaram a ter consultas de pediatra, otorrino, oftalmologista, fonoaudiólogo e neurologia em todos os dias da semana, além da reabilitação em um espaço com estrutura.

Ainda são oferecidos os atendimentos psicológico, fisioterapia aquática e em solo, terapias ocupacionais, serviço social e o acompanhamento de pedagogos. O CER atende crianças e adultos com deficiências crônicas ou adquiridas de 143 cidades paraibanas. Os atendimentos infantis contemplam os pacientes de lesão por AVC, doença neurológica, mielo, mal formação congênita, paralisia cerebral, poliomielite e doenças raras, como ELA, AME, e mucopolissacaridose. A clínica adulta atende lesionados por AVC, lesionados de medula e amputados. Também foi criada a clínica intelectual, que atende crianças com autismo e as crianças com Síndrome de Down.

Fonte: Codecom

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