Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna: Isea promove humanização

No dia 28 de maio se celebram o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e o Dia Nacional de Luta Pela Saúde da Mulher. Em Campina Grande o atendimento à mulher gestante tem evoluído. O Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA) ganhou uma UTI materna e a Casa da Gestante, do Bebê e da Puérpera nos últimos anos.

Antes da UTI Materna, inaugurada em 2014, muitas mulheres precisavam de internação em unidade de terapia intensiva e eram encaminhadas de ambulâncias para hospitais de outras cidades. A UTI dentro da maternidade possibilitou o rápido atendimento às mães. A unidade foi construída com recursos próprios do município e estava sendo mantida pela prefeitura. Este ano a Secretaria de Saúde habilitou o serviço e, com isso, passará a receber quase um milhão de reais por ano para custeio da assistência ofertada na UTI.

“Como tratamos dos casos de gravidez de riscos, era primordial que tivéssemos uma unidade de terapia intensiva para as mulheres. Com a habilitação, vamos poder qualificar, melhorar e ampliar os serviços da unidade”, explicou o Diretor do ISEA, Antônio Henriques. Foram quase 250 internações na UTI Materna em 2016 e em toda a maternidade a infecção obstetrícia ficou em 1,6%, o que é considerado baixíssimo.

Além da UTI, a atual gestão construiu em 2016 a Casa da Gestante, do Bebê e da Puérpera para abrigar as gestantes de outros municípios e da própria Campina Grande em um local com estrutura completa de residência no período em que elas estiverem acompanhando os bebês recém-nascidos que ainda estão sobre cuidados ou no período em que elas estejam sendo submetidas a constantes exames sem necessidade de internação para evitar o desgaste das viagens. Cerca de 70% das grávidas atendidas no Isea são de outras cidades.

Outro passo importante em 2016 foi o Centro de Parto Normal, construído para atender a recomendação da Organização Mundial da Saúde de realização de no mínimo 40% dos partos com procedimentos normais, visto que ele é encarado como mais benéfico para a saúde da gestante e do bebê. Os resultados já estão sendo colhidos, uma vez que o número de partos normais ultrapassou as cesáreas em quase todos os meses de 2016.

Fonte: Codecom

 

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