Duplicação da Argemiro Figueiredo melhora mobilidade urbana e pode ganhar novos investimentos

av_argemiro_figueiredoA avenida Argemiro de Figueiredo, uma das áreas mais importantes e movimentadas da cidade, duplicada graças à parceria firmada entre a Prefeitura Municipal de Campina Grande e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), já é uma realidade, beneficiando a mobilidade urbana da cidade “Rainha da Borborema”.

De acordo com o secretário de Planejamento e Obras, André Agra, a fase contratada está praticamente pronta, sendo que as próximas etapas se referem a sinalização e a iluminação.

“Existe até mesmo projeto para a execução uma outra alça lateral, sendo isso alvo de entendimentos da prefeitura municipal com o Dnit. A ideia é sempre aperfeiçoar este projeto tão importante para a nossa cidade, devendo o governo municipal fazer o que for possível dentro das suas possibilidades de investimento”, destacou.

André Agra lembrou que a obra já proporciona maior comodidade, segurança e rapidez aos motoristas que trafegam naquela área, por onde passam diariamente cerca de oito mil veículos. O projeto ainda promove a urbanização dos setores adjacentes, a recuperação da infraestrutura do local e uma moderna sinalização.

A duplicação da avenida, que interliga as BRs 230 e 104, numa extensão de 2,3 Km, é mais uma ação administrativa que,   além de melhorar a mobilidade, vai promover a urbanização das áreas adjacentes, com a recuperação da infraestrutura do local e sinalização, conforme determinação do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues.

De acordo com a Prefeitura de Campina, quase 100 trabalhadores foram empregados na obra e a duplicação representa um investimento de R$ 21 milhões. Os recursos foram oriundos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), mas com contrapartida da ordem de 12% da Prefeitura Municipal de Campina Grande.

Ao longo da sua execução, a obra enfrentou vários problemas técnicos em seu projeto original, oriundos da gestão anterior, forçando a sua readequação. A atual administração encontrou a obra paralisada – janeiro de 2013 -, com apenas 19% da sua execução, e precisou superar problemas para reiniciar os trabalhos, como a necessidade de desbloqueio de recursos, tendo em vista que a gestão anterior repassou aos órgãos federais algumas contrapartidas.

Fonte: Codecom

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