Em audiência Secretário diz que revitalização da Feira depende de recursos do governo federal

andre_agra_cmcgAtendendo convocação do Poder Legislativo, o secretário de Planejamento e Obras de Campina Grande, André Agra, participou nesta terça-feira, 03, de uma audiência pública na Câmara Municipal para discutir com a sociedade campinense o projeto de revitalização da Feira Central.

A sessão especial foi proposta pelo vereador Olímpio Oliveira, e contou com a participação de representantes das feiras e mercados públicos da cidade, bem como da população.

Ao lado da coordenadora de gestão da Prefeitura de Campina Grande, Márcia Madalena, o secretário André Agra reiterou o compromisso do prefeito Romero Rodrigues de tocar o projeto e executar a obra.

Para tanto, como registrou o auxiliar municipal, é necessário que o Ministério do Turismo libere pelo menos parte dos R$ R$ 18.434.665,28 (dezoito milhões, quatrocentos e trinta e quatro mil, seiscentos e sessenta e cinco reais e vinte e oito centavos), valor que foi contratado entre a Prefeitura e a Caixa Econômica Federal (CEF).

Munido de todas as informações técnicas sobre a Feira Central e portando documentos da Controladoria Geral da União (CGU) e da própria CEF, André assegurou novamente que o município não recebeu qualquer repasse do Governo Federal, a não ser os R$ 59.929,74 (cinquenta e nove mil, novecentos e vinte e nove reais e setenta e quatro centavos) pela Caixa, valor este empregado na rescisão do contrato anterior (no qual foram identificadas várias falhas) e elaboração de um novo projeto.

O secretário de Obras fez questão de ressaltar que todas as informações sobre a Feira podem ser conferidas por qualquer pessoa nas páginas eletrônica dos referidos órgãos:  www.caixa.gov.br, onde basta seguir para o setor de contratos e verificar o andamento de qualquer obra conveniada com a entidade, no link: https://webp.caixa.gov.br/urbanizacao/siurbn/acompanhamento/ac_publico/sistema/asp/ptei_filtro_inicial.asp.

“A Prefeitura não tem interesse nenhum em, uma vez disponíveis os recursos, manter a obra parada. É uma coisa meio esdrúxula pensar nesses termos. Os caminhos estão aí para quem quiser constatar: não existe recurso nas contas de convênio da Prefeitura. Mesmo ciente da crise por qual passa o país, o prefeito Romero tem se esforçado diuturnamente para tentar destravar esses recursos e executar a obra. Tenham certeza disso”, destacou André.

Fonte: Codecom

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