Empresários destacam importância do Complexo Aluízio Campos

empresarios_aluizio_camposO consultor Carlos Pimentel, um dos diretores da Ibrava, declarou nesta quarta-feira, 10, que a vocação da cidade para a indústria metal-metalúrgica, a existência do Parque Tecnológico e o espírito empreendedor de Campina Grande foram decisivos para a decisão por instalar uma filial da empresa no município. “Além disso, tivemos o apoio, a desenvoltura e a bravura exercida pelo prefeito Romero Rodrigues. Ele sempre nos acompanhou e ajudou a trazermos essa grande indústria para a cidade”, afirmou.

Por sua vez, o empresário paraibano Renato Lago destacou o olhar visionário do prefeito Romero Rodrigues ao planejar e executar a aquisição da área onde está localizado o Complexo Multimodal Aluízio Campos. “Com a instalação do Complexo Aluízio Campos, a atual gestão planta, para Campina Grande, uma semente de desenvolvimento projetada para daqui a 20 ou 30 anos”, afirmou.

Segundo Lago, a aquisição de novas empresas e expansão das atuais estavam praticamente bloqueadas pelo fato de não existir um local para a implantação. “Hoje temos a certeza de um novo crescimento para aquela região e com reflexos para toda a cidade”, disse. Em breve, Renato Lago instalará no Complexo Aluízio Campos empresas dos setores plástico e fabricação de caixas de água. “Havia a intenção de expandir essas empresas, mas faltava terreno”, contou.

IBRAVA – Já a Ibrava – Indústria Brasileira de Veículos Automotores, com sede no Rio Grande do Sul e especializada na fabricação de carrocerias para microônibus urbanos e ônibus convencionais, será a primeira empresa instalada no Complexo Multimodal Aluízio Campos. Para falar sobre essa decisão da empresa, o consultor Carlos Pimentel, integrante da diretoria da Ibrava, participou nesta quarta-feira, 10, da apresentação do Complexo Multimodal Aluízio Campos à imprensa de Campina Grande. O encontro aconteceu pela manhã, na Vila do Artesão.

Pimentel destacou a posição geográfica da cidade como outro fator importante nessa decisão. Segundo ele, praticamente todos os veículos que circulam na região Nordeste e Norte são fabricados no Sul do país. “A filial da montadora atenderá à demanda do Norte e Nordeste, oferecendo ônibus com custo mais acessível. Haverá ainda uma economia no frete desses veículos”, explicou.

A Ibrava funcionará em um parque industrial com 25 mil metros de área construída e vai gerar cerca de mil empregos. Nessa primeira etapa, serão investidos R$ 50 milhões e a perspectiva é de que, até o final de dezembro do próximo ano, sejam produzidos os primeiros ônibus.

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