Fetech 2014 mostrará porque CG está entre as principais oportunidades de desenvolvimento do NE

Campina Grande volta a ser destaque no cenário econômico nacional e os investimentos, realizados nos últimos dois anos, fizeram a cidade se transformar numa das maiores oportunidades de novos negócios e de desenvolvimento do Nordeste. A retomada desse crescimento foi possibilitada após a criação do Complexo Multimodal Aluízio Campos, no bairro do Ligeiro, abrangendo uma área de 800 hectares, onde serão instaladas novas empresas, indústrias, empreendimentos do setor de logística e das áreas de ciência e tecnologia, além de um conjunto habitacional com 4,1 mil imóveis (o maior do Nordeste dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”).

Todo esse potencial será apresentado a empresários, visitantes e à imprensa na sexta, 21, dentro da Fetech – Feira de Tecnologia de Campina Grande, que acontecerá de 20 a 23 deste mês no Spazzio. A PMCG estará na Fetech com um estande onde poderão ser conhecidos os investimentos realizados na cidade. Os secretários municipais de Obras (André Agra) e de Desenvolvimento Econômico (Luiz Alberto Leite) apresentarão as principais ações da atual administração, os investimentos aplicados na infraestrutura do Complexo Aluízio Campos e as empresas já captadas para a área. No sábado, 22, haverá palestra sobre mobilidade urbana.

Entre essas empresas estão a Ibrava, primeira automotiva a instalar-se na Paraíba, com um investimento de R$ 50 milhões. A empresa fabricará microônibus, com uma estimativa de produzir até três mil veículos por ano e a geração de até mil empregos diretos e indiretos. Outras 160 empresas da Paraíba e de outros estados apresentaram cartas de intenções à Prefeitura. São empresas de diferentes segmentos, a exemplo dos setores de alimentos, logística, farmacêutico, indústrias de confecções e vestuário, e uma fábrica de cimento. Equipes do município farão uma análise sobre a viabilidade de implantação dessas empresas.

O secretário André Agra mostrará aos empresários toda infraestrutura do município e a estrutura atrativa para novos investidores, como os investimentos feitos em melhorias e construção de novas vias, a proximidade do Complexo a equipamentos como o aeroporto João Suassuna, terminal rodoviário, ferrovia, rodovias, gasoduto e ao entroncamento das BR’s 104 com 230. Outra vantagem está na localização geográfica de Campina, bem ao centro do Nordeste e próxima às capitais de Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará. “É uma proximidade que facilita a manutenção, capacidade produtiva da cidade e o transporte de cargas”, declarou Agra.

O secretário ressaltou, ainda, a mão de obra qualificada existente na cidade, com capacidade para atuação nos mais diferentes segmentos econômicos, com destaque para a área tecnológica. “Campina voltou a ser um atrativo econômico em potencial para grupos empresariais com interesse em expandir seus negócios na Paraíba”, disse.

TECNÓPOLIS – A implantação do Complexo Aluízio Campos fará ainda com que Campina Grande seja a primeira cidade do Nordeste a ganhar uma “Tecnópolis”, área destinada ao fomento da ciência, tecnologia e informação e cujo objetivo será facilitar o desenvolvimento de produtos e serviços com foco na inovação. A Tecnópolis, que funcionará em uma área de 103 hectares, terá como característica integrar agentes e produtores de tecnologia em um mesmo ambiente, facilitando a troca de experiências e a parceria entre empresas que atuam no mesmo segmento.

Outra vantagem com a instalação da Tecnópolis será a consolidação do município como pólo gerador de pesquisas e negócios na área de ciência e tecnologia. Instituições com atuação na área de ciência e tecnologia já demonstraram interesse na Tecnópolis, a exemplo da UFCG, IFPB, UEPB e Escola Técnica Redentorista. Todas já conheceram o projeto do Complexo Multimodal Aluízio Campos.

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