Lucy Alves encanta público e Alcimar Monteiro defende forró como “missão”

pq_povo_lucy_alvesA noite desta sexta feira, 13, reservou para os forrozeiros do Maior São João do Mundo muitas atrações, que variaram do forró tradicional de Alcimar Monteiro, João Lacerda e Lucy Alves, até o estilizado, representado pelos ex-integrantes da banda Mastruz com Leite, Kátia Cilene e Adoílio Mendes, hoje representantes do Forró do Bom.

O encarregado de abrir a noite do Parque do Povo, dedicada ao romantismo do casamento coletivo, quando 150 casais disseram “sim” na Pirâmide, foi João Lacerda, filho do cantor Genival Lacereda, o conhecido “senador do rojão”. O herdeiro do “senador” passeou por sucessos do pai e também de outros artistas, a exemplo de Alceu Valença.

Em seguida, chegou Lucy Alves, embalando o público ao som de muitos instrumentos, entre eles o bandolim, o violino e a tradicional sanfona. A cantora interpretou músicas próprias e de outros ícones do cenário brasileiro. O público pôde cantar e dançar ao som de sucessos como “Sabiá”, “Festa”, “Disparada”, “Noite do meu amor”, “De volta pro meu conchego”, entre tantas outras.

A cantora paraibana, que hoje tem reconhecimento nacional, fez questão de enfatizar que a Paraíba está vivendo um momento especial no esporte, com o Hulk titular da seleção brasileira e também na música. “Vivi um momento impar, no programa da Rede Globo. Coisa semelhante está vivendo o Luan Estilizado, uma experiência parecida com a minha, que deve ter a torcida e o apoio de todos os paraibanos, como o meu”, destacou.

A última atração ficou por conta do renomado cantor nordestino Alcimar Monteiro, que afirmou que cantar mais uma vez no São João de Campina Grande representa cantar para o Nordeste, para o Brasil e para o mundo.

“A gente parte do princípio de que o forró tem um público de 60 milhões e que não é uma coisa sazonal, tem em suas raízes nomes do gabarito de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Marinês, e tantos e tantos outros. Acho que o verdadeiro forró é uma verdadeira missão e não é nem uma profissão. Temos uma missão de tornar o forró uma música universal, como qualquer uma outra,” comentou.

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