Maior São João do Mundo mantém nível de emprego em Campina Grande

salao_artesanato_2015Graças à realização d’O Maior São João do Mundo, que impulsiona os setores de comércio e prestação de serviços, Campina Grande está conseguindo passar à margem do cenário de desaquecimento da economia, principalmente no que se refere ao número de postos de trabalho, que tem saldo negativo na Paraíba.

A avaliação é do secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Luiz Alberto Leite, diante da planilha de maio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

De acordo com o documento, do universo de 2.100 desempregados no Estado, no mês passado, pouco mais de 100 correspondem a Campina Grande. Para efeito de comparação, somente na capital João Pessoa, o saldo ultrapassa a marca negativa de 1.000 postos de trabalho, na relação entre admissões e desligamentos formais.

Segundo Luiz Alberto, Campina tem mantido, a cada mês, o nível de emprego estabilizado. “Isso deve ser enaltecido e tem uma razão de ser: é pela robustez da economia da cidade. Nós temos um empresariado extremamente capitalizado, com empresas estáveis e que têm uma base sólida de sustentação no que diz respeito aos postos de trabalho”, analisou o secretário.

Conforme as planilhas do Ministério do Trabalho, os índices dos setores de Comércio e Indústria de Transformação contribuíram positivamente para os números de Campina Grande. Em maio, aconteceram 360 admissões e 343 desligamentos no comércio, enquanto na indústria de transformação os números correspondem a 480 e 402, respectivamente.

“Acredito que esses índices positivos podem ser considerados frutos d’O Maior São João do Mundo, que mostra a força da festa para a cidade, sobretudo no nível de emprego e renda. Vamos analisar mais friamente quando tivermos diante da planilha de junho. É aí que nós poderemos constatar essa vitalidade dos festejos juninos em Campina Grande”,  observou Luiz Alberto.

O secretário enalteceu ainda a estrutura de articulação da pasta com o empresariado campinense, passando pelo empenho das entidades empresariais (FIEP, ACCG, CDL) voltado para o desenvolvimento da cidade.

Fonte: Codecom

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