Merendeiros participam de curso de manipulação de alimentos

Iolanda_merendeirasProfissionais que trabalham na preparação da merenda servida nas escolas e creches municipais de Campina Grande estão participando de um curso de boas práticas na manipulação de alimentos. O objetivo é qualificar todos os 400 merendeiros do setor para garantir a qualidade da alimentação servida aos estudantes. A atividade, que teve início nesta quinta-feira, 11, e segue até a sexta, no Centro Educação e Tecnologia – CTE, das 8h às 17h.

O curso, realizado pelas secretarias municipais de Saúde e Educação, está sendo ministrado por nutricionistas da Gerência de Vigilância Sanitária do Município, Gevisa. Durante as aulas, são abordados temas como armazenamento de alimentos, higiene pessoal e do ambiente, controle de pragas, manejo do lixo, microrganismo e contaminação cruzada. Os participantes também receberão orientações quanto aos cuidados com a própria saúde.

Na abertura dos trabalhos, a secretária municipal de educação, Iolanda Barbosa destacou a importância dos merendeiros nas estratégias de estímulo dos estudantes. “Além de garantir uma alimentação de qualidade no preparo do alimento, a forma de servir a merenda também faz toda a diferença para a criança, inclusive pode ser decisiva para estimular a frequência regular do aluno na escola”, avaliou.

Já a secretária de saúde, Lúcia Derks, informou que o curso de manipulação de alimentos faz parte de uma série de ações conjuntas que vêm sendo realizadas entre as secretarias que compõem o eixo do desenvolvimento humano da Prefeitura de Campina Grande. “Além do curso, também estamos fazendo exames parasitológicos com os merendeiros para prevenir e diagnosticar doenças, evitando contaminações no preparo dos alimentos”, assegurou.

A merendeira Maria Letícia Cardoso, que trabalha há 30 anos na escola Antônio Telha, no distrito de Catolé de Boa Vista, está participando do curso e aprovou a iniciativa. “É muito importante para que possamos apreender coisas novas e também para tirarmos as dúvidas, sem falar que nos sentimos mais valorizados ao ver o quanto nosso trabalho é fundamental dentro das escolas”, reconheceu.

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