NOTA DE ESCLARECIMENTO – Cirurgias oncológicas

A Prefeitura de Campina Grande esclarece que não reduziu o percentual de recursos destinados para o tratamento de pacientes com câncer do Hospital da FAP. O que a Secretaria Municipal de Saúde estabeleceu foi o cumprimento da realização mensal de até 50 cirurgias oncológicas, respeitando o teto financeiro de R$2,6 milhões repassados,  por ano, pelo Ministério da Saúde para esta finalidade. A medida foi necessária porque a Prefeitura não tem mais como cobrir o déficit financeiro causado pela falta de investimentos para custeio das cirurgias oncológicas.

Mesmo num período de crise financeira nacional, desde o ano de 2013, a Prefeitura vinha arcando, com recursos próprios, os valores excedentes do teto do Ministério da Saúde para realização de cirurgias oncológicas no município. Para se ter uma ideia, somente em 2016, o valor total investido nestes procedimentos superaram a casa dos R$4 milhões, deixando um déficite para os cofres municipais de mais de R$1,4 mihão. Os recursos destinados pela Prefeitura garantiram não apenas o tratamento dos pacientes da cidade, como também o de pessoas de outras dezenas de municípios paraibanos.

Diante do problema, que já é de conhecimento dos Governos Estadual e Federal, a secretária municipal de saúde, Luzia Pinto, esteve nestas terça (24) e quarta-feira (25) em Brasília (DF) para tratar do assunto mais uma vez junto ao Ministério da Saúde. A secretária cobrou celeridade do Ministério da Saúde na recomposição do teto financeiro para oncologia do município de Campina Grande, a fim de que os paraibanos não sejam mais prejeudicados com a insuficiência de incentivos de custeio para o tratamento do câncer.

A Prefeitura de Campina Grande esclarece que não reduziu o percentual de recursos destinados para o tratamento de pacientes com câncer do Hospital da FAP. O que a Secretaria Municipal de Saúde estabeleceu foi o cumprimento da realização mensal de até 50 cirurgias oncológicas, respeitando o teto financeiro de R$2,6 milhões repassados,  por ano, pelo Ministério da Saúde para esta finalidade. A medida foi necessária porque a Prefeitura não tem mais como cobrir o déficit financeiro causado pela falta de investimentos para custeio das cirurgias oncológicas.

Mesmo num período de crise financeira nacional, desde o ano de 2013, a Prefeitura vinha arcando, com recursos próprios, os valores excedentes do teto do Ministério da Saúde para realização de cirurgias oncológicas no município. Para se ter uma ideia, somente em 2016, o valor total investido nestes procedimentos superaram a casa dos R$4 milhões, deixando um déficite para os cofres municipais de mais de R$1,4 mihão. Os recursos destinados pela Prefeitura garantiram não apenas o tratamento dos pacientes da cidade, como também o de pessoas de outras dezenas de municípios paraibanos.

Diante do problema, que já é de conhecimento dos Governos Estadual e Federal, a secretária municipal de saúde, Luzia Pinto, esteve nestas terça (24) e quarta-feira (25) em Brasília (DF) para tratar do assunto mais uma vez junto ao Ministério da Saúde. A secretária cobrou celeridade do Ministério da Saúde na recomposição do teto financeiro para oncologia do município de Campina Grande, a fim de que os paraibanos não sejam mais prejeudicados com a insuficiência de incentivos de custeio para o tratamento do câncer.

Fonte: Codecom

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