“O fole roncou – uma historia do forró” abre temporada de apresentações durante o Maior São João do Mundo

O_fole_roncouInspirado no livro homônimo de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues, o musical O fole roncou! Uma história do forró mergulha no universo das canções que marcaram o pilar do baião, um dos ritmos mais populares do Brasil. O musical, realizado pela Prefeitura de Campina Grande, apresenta ao público o relato de uma cultura que transformou um povo e que caracteriza o que Campina Grande e o Nordeste têm de mais tradicional: o legítimo forró.

O musical estará em cartaz no Teatro Severino Cabral desta terça-feira, 21, e ficará até o dia 23 de junho, sempre às 19h. Nos próximos dias 25 e 26, O Fole Roncou se apresentará na Pirâmide do Parque do Povo, também às 19h. A temporada na terra do Maior São João do Mundo prossegue, no Teatro Municipal, de 28 de junho até 3 de julho. A entrada é franca em todas as datas. No último sábado, 18, o grupo se apresentou no distrito de Galante e no domingo (19) participou da recepção ao ministro da Cultura, Marcelo Calero, com a apresentação de um pocket no Municipal.

O roteiro é fictício, livremente adaptado por Sérgio Maggio e Rosualdo Rodrigues. No palco, bailarinos e atores se alternam na narrativa para dar seus testemunhos, temperados pelo humor, teatralidade e astúcia, características típicas do nordestino. Com Direção Cênica de Sérgio Maggio (seu último trabalho foi como dramaturgo e diretor do musical Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José), o espetáculo mantém temporada em Campina Grande durante os festejos do Maior São João do Mundo.

O MUSICAL – O musical se dá em dois atos, girando em torno da história de Clemente Ferreira da Silva, um rapaz sobrevivente da seca braba no Nordeste dos anos 1940. Clemente, interpretado pelos atores Rudnei Silveira e Luiz Felipe Ferreira, migrou para São Paulo e se tornou Clemente do Forró, numa época em que o rádio era um dos veículos mais importante do País e, como importante radialista e um dos maiores defensores da música nordestina, entrevistou ao vivo Luiz Gonzaga, Marinês, Jackson do Pandeiro, Clemilda e Genival Lacerda.

A direção musical é de Dudu Alves, com arranjos inovadores e exclusivos do Quinteto Violado para o musical, passeando por clássicos como Baião, Asa Branca, Feira de Mangaio, Peba na Pimenta, Sebastiana e tantos outros sucessos que entremeiam essa história.

A coreografia de Leila Nascimento dá ainda mais destaque para o xaxado, o forró e o xote, com participação do Balé Flor do Cerrado – grupo de dança que mistura os ritmos tradicionais da nossa cultura popular aos elementos do balé clássico e da dança contemporânea.

A concepção artística é da produtora cultural Edilane Oliveira, paraibana de coração e idealizadora do Maior São João do Cerrado, um dos maiores festivais do gênero no país. Entre seus principais trabalhos, destaca-se o espetáculo “Brasília Canta Sua História”, em parceria com a Cantora Daniela Mercury para a comemoração dos 50 anos de Brasília. “Nunca me imaginei produzindo um musical, mas tem algo mágico no teatro, inexplicável, simplesmente te envolve.”

Fonte: Codecom

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