Plano Municipal de Saúde segue para apreciação do CMS

plano_mun_saudeO planejamento da saúde pública de Campina Grande para os próximos quatro anos foi apresentado ao Conselho Municipal de Saúde na tarde desta terça-feira, 13. As metas do setor para o quadriênio 2014-2017 foram propostas dentro do Plano Municipal de Saúde, que está sendo analisado nas comissões permanentes do conselho. Após o parecer dos conselheiros, o órgão deverá emitir uma resolução para aprovação final do documento.

O plano foi apresentado aos conselheiros pela Diretoria de Planejamento e Regulação de Serviços da Secretaria Municipal de Saúde. A secretária de saúde do Município, Lúcia Derks, representou o prefeito Romero Rodrigues na sessão e destacou a importância da participação popular na elaboração do documento. “Pela primeira vez, teremos um instrumento para nortear as ações da gestão da saúde campinense produzido democraticamente com a população”, enfatizou.

Segundo a secretária, a construção do plano foi realizada durante nove audiências públicas que aconteceram nos seis distritos sanitários da cidade e nas comunidades rurais. Cerca de 600 pessoas, entre usuários do SUS, profissionais e conselheiros municipais de saúde, participaram dos encontros para definir as metas previstas no documento. “A construção de unidades de saúde, contratação de trabalhadores e criação de novos serviços, por exemplo, foram algumas das demandas solicitadas e, agora, fazem parte do planejamento da gestão”, garantiu Lúcia Derks.

Para o presidente do conselho, Joseilton Brito, a PMCG inovou ao democratizar a elaboração do plano. Ele informou ainda que uma das metas mais importantes do documento é o fortalecimento da Atenção Básica. “Esta consolidação se dará, principalmente, através da capacitação dos profissionais, instalação de Unidades Básicas de Saúde (UBS) em prédios próprios, com estrutura adequada para atendimento e criação de novas equipes da Estratégia Saúde da Família para atender áreas descobertas de serviços de saúde”, explicou.

Joseilton Brito também destacou a criação do Complexo Regulador da Secretaria Municipal de Saúde como meta imprescindível para otimização dos atendimentos. “Com o novo serviço, vamos equacionar a questão da marcação de consultas e exames, assim como a regulação dos leitos hospitalares. Era uma demanda antiga, mas que, certamente, terá prioridade a partir de agora”, assegurou o presidente do conselho.

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