PMCG aciona Cagepa e PBGás por buracos em ruas de Campina

buracos_cagepa_pbgasA denúncia partiu dos próprios moradores do bairro do Catolé, em Campina Grande. Eles se sentem prejudicados com os danos provocados pelas obras que estão em andamento há meses no bairro do Catolé e que são responsabilidade da Companhia Estadual de Água e Esgoto da Paraíba (Cagepa) e da PBGás. É que os serviços têm deixado ruas importantes do bairro danificadas.

Diante das reclamações, a Procuradoria Geral do Município (PGM) iniciou um levantamento que identificou prejuízos e o mau serviço deixado pelas obras em várias vias da cidade e decidiu ingressar com uma ação na Justiça, por ato de improbidade administrativa, contra os dois órgãos. Na ação, a PGM alerta para os danos provocados ao erário público municipal e os transtornos à comunidade e pede que a Cagepa e a PBGás refaçam os serviços.

De acordo com o levantamento fotográfico feito pela PGM, em ruas próximas a um dos principais centros comerciais da cidade, o shopping Luiza Motta, os serviços de implantação de um sistema de gás deixaram as vias, que antes eram asfaltadas, cheias de buracos; assim como o nível do asfalto fora do padrão de revestimento executado nas obras viárias do Município. Um exemplo visível é o asfalto da Rua João Quirino, no Catolé, que agora está danificado e sem nível após os serviços iniciados pelo Estado.

“O que nós queremos é que os buracos que foram abertos sejam tapados e as vias sejam restabelecidas como eram antes. Mas, isso não está ocorrendo. O que temos visto são vários danos provocados e o asfalto e calçamento, que antes estavam em bom estado de conservação, agora estão repletos de imperfeições. Isso é inadmissível e por isso resolvemos acionar o Estado”, explicou o procurador geral do Município, José Fernandes Mariz.

Ainda conforme o levantamento feito pela PGM, ruas localizadas em bairros como a Liberdade e a Estação Velha também foram danificadas. “O Município não pode agora arcar com esses prejuízos. O que se espera do ente público quando ele realiza um serviço é deixar a área em perfeito estado, digna de ser utilizada pela população. E isso não tem ocorrido com as obras do Estado, que há meses se arrastam e deixam um rastro de destruição”, observou Mariz.

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