PMCG programa para março lançamento do projeto de coleta de lixo eletrônico

LafiteEstá sendo programado para o próximo mês de março o lançamento do projeto de coleta de lixo eletrônico da linha verde, na cidade de Campina Grande. Com cerca de 400 mil habitantes o município, conhecido como pólo tecnológico, precisa disponibilizar o serviço de coleta desse tipo de resíduo, por isso, esse é um projeto prioritário para a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia durante o ano de 2015.

Embora o conceito de lixo eletrônico seja todo aquele equipamento cujo funcionamento depende do uso de correntes elétricas ou de campos eletromagnéticos, e que se encontram no fim da vida útil, o foco inicial do projeto será a coleta do lixo classificado como integrante da linha verde. Esse tipo de lixo é composto por computadores desktop e laptops, acessórios de informática, tablets e telefones celulares. De acordo com o secretário municipal de Ciência e Tecnologia, Hércules Lafite, trata-se do lixo mais diretamente relacionado com a área da Ciência e Tecnologia.

Lafite explicou que o projeto prevê a instalação de pontos de coleta no prédio da Secretaria de Ciência e Tecnologia, no Shopping Edson Diniz e também em pontos estratégicos de bairros como José Pinheiro, Liberdade e Malvinas. O projeto ainda prevê a contratação de uma empresa especializada, que será responsável pelo recolhimento adequado do material descartado.

Após o processo de triagem do lixo recolhido, os produtos que forem considerados reaproveitáveis, sobretudo os computadores, poderão ser recuperados pela equipe de Tecnologia da Informação (TI), da Secretaria de Ciência e Tecnologia e doados às Sociedades de Amigos de Bairros (SABs), clubes de mães e instituições de caridade.

ECONOMIA – Recentemente a Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia e em parceria com a Energisa, executou uma campanha de troca de 10 mil lâmpadas incandescentes. A pretensão era fazer a troca em quatro dias, mas, o trabalho foi concluído na metade do tempo projetado. Cada residência podia trocar até sete lâmpadas comuns (incandescentes) pelas fluorescentes (mais econômicas), numa perspectiva de reduzir o consumo da energia.

“Vamos tentar fazer novamente essa parceria, numa nova etapa dessa troca. Essas lâmpadas incandescentes não são mais fabricadas, mas os estoques antigos estão sendo vendidos. Trocamos uma lâmpada, que custa em torno de R$ 1,20, por outra que pode custar até R$ 11,00; mas, o ganho com a queda do consumo da energia compensa na hora de pagar a conta.”, avaliou o secretário de Ciência e Tecnologia, Hércules Lafite.

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