Prefeitura de Campina intensifica pesquisa sobre número de autistas

O Dia Mundial do Autismo, celebrado anualmente em 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de dezembro de 2007, para a conscientização acerca dessa questão. De acordo com especialistas da ONU, acredita-se que este transtorno de desenvolvimento atinge mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem.

Por sua vez, a Prefeitura Municipal de Campina Grande, consciente da importância do desenvolvimento de ações sociais e inovadoras políticas públicas em favor deste segmento social, iniciou um cadastramento para verificar o número de autistas que moram na cidade. O cadastro pode ser feito via online ou presencial.

Segundo o presidente da Empresa Municipal de Urbanização da Borborema (Urbema), Carlos Dunga Junior, está se desenvolvendo todo um esforço de divulgação em torno deste cadastramento, objetivando-se o levantamento do real quadro do segmento autista. A articulação deste procedimento, que envolve pastas como Saúde, Educação, Planejamento e entidades representantes de crianças autistas.

“De fato, já foi iniciada coleta/campanha para buscar dados sobre o número de pessoas com autismo na cidade. A pesquisa será online e também em unidades do Programa Saúde da Família e escolas municipais. A partir disso, a PMCG pretende implementar ações que atendam às reais necessidades dos autistas”, explicou.

Caberá à assessoria da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão o cadastro online. Para isto, as pessoas podem acessar este site, indo ao link cidadania digital/consultas públicas/pesquisa para mapeamento de casos de autismo.

Outro espaço físico para o atendimento às famílias que ainda não disponham de acesso à internet é a antiga AACD, atual Centro Especializado em Reabilitação, no bairro de Bodocongó.
Para Carlos Dunga, este tipo de levantamento é fundamental para reforçar ações de planejamento destinadas a gerar benefícios, serviços e obras em favor do público autista.  Frisou, contudo, que tudo isso passa, inicialmente, pela catalogação de pessoas que se encontram nesta situação no município. Para ele, conhecer é a melhor forma de auxiliar.

Fonte: Codecom

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