Prefeitura visita mais de 66 mil casas em fevereiro no combate ao Aedes aegypti

alunos_acao_dengueA Secretaria de Saúde de Campina Grande realizou somente nas duas primeiras semanas de fevereiro visitação a mais de um terço das residências do município para realizar trabalho de prevenção e de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite quatro tipos da dengue, chikugunya, febre amarela e o vírus da zika, responsável pelo surgimento dos casos de microcefalia e outras deformações do sistema nervoso em bebês.

A cidade de Campina Grande tem 188 mil imóveis. Somente na quinzena citada os Agentes de Combate às Endemias foram a 66.037 casas. Deste total, 42.913 estavam abertas e foi possível realizar o trabalho de limpeza dos potenciais abrigos para o Aedes. Em 2.488 residências os Agentes encontraram focos do mosquito e eliminaram as larvas.

Ainda durante o mesmo período, os profissionais fizeram intervenção em 4 imóveis fechados ou abandonados. Desde o momento em que o Ministério da Saúde decretou Estado de Emergência Nacional em Saúde, a Prefeitura Municipal de Campina Grande vem intensificando as ações de combate ao mosquito e de conscientização da população para o problema.

A autorização para entrar nestas casas abandonadas ou terrenos baldios, por exemplo, foi conseguida de forma pioneira pela PMCG através de liminar judicial e, em seguida, a Presidência da República autorizou a intervenção nestes imóveis em todo o país. Das 957 propriedades nesta situação que foram catalogadas na cidade, metade já foi devidamente limpa e protegida.

Paralelamente ao trabalho dos Agentes, a Coordenação de Vigilância Ambiental e Zoonoses vem fazendo trabalho educativo. Nesta sexta-feira, 19, uma ação foi realizada nas escolas públicas municipais levando conscientização e orientação para alunos, funcionários e professores sobre o assunto. A maior atividade foi na Escola Lafayete Cavalcanti que fica nas Malvinas, bairro com alto índice de infestação do mosquito e de notificação dos casos de dengue.

“Precisamos do apoio da população para que este trabalho todo surta efeito positivo. Dessas residências que visitamos 53 proprietários não autorizaram o trabalho dos Agentes. Um pequeno foco na casa de uma dessas 53 pessoas pode ser o suficiente para provocar o adoecimento de um quarteirão inteiro. Todos nós temos a responsabilidade sobre este problema”, frisou a Coordenador Rossandra Oliveira.

Fonte: Codecom

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