Secretaria de Saúde já elabora estratégia para enfrentar Estação quente, quando aumenta infestação do Aedes aegypti

Romero_agentes_combate_aedesA infestação do mosquito Aedes aegypti voltou a subir em Campina Grande neste início de 2017 e a Secretaria Municipal de Saúde já elabora estratégias para conter a proliferação do mosquito transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela. O primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) mostrou que 7,5% dos imóveis visitados pelos Agentes de Combate às Endemias apresentaram focos de ovos e larvas.

O levantamento foi realizado do dia 30 de janeiro a 3 de fevereiro. Os bairros com os maiores índices ficam nas zonas oeste e leste. São Malvinas I (12,3), Bodocongó, Novo Bodocongó e Serrotão (12,1), Cruzeiro e Jardim Paulistano (11,8), Presidente Médici, Quarenta e Santa Cruz (10,7), e Santo Antônio, Mirante, Monte Castelo e José Pinheiro (10).

De acordo com a Gerente de Vigilância Ambiental e Zoonoses, Rossandra Oliveira, os bairros historicamente já apresentam altos índices de infestação do mosquito. “Estamos traçando um plano com uma série de ações nesses bairros para diminuir essa ocorrência de larvas e ovos do mosquito”, explicou.

O último levantamento feito em 2016 tinha apontado um índice de 2,4%. Com o novo índice, o risco de proliferação das doenças é alto, de acordo com classificação do Ministério da Saúde. Dos 51 bairros, apenas 10 apresentaram médio risco de transmissão das doenças e nenhum aprestou baixo risco. Rossandra atribui o aumento ao verão. “A estação quente, o calor, o mormaço, favorecem a eclosão dos ovos em poucos dias. Isto provoca o aumento da infestação do mosquito”, explicou.

Fonte: Codecom

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Time limit is exhausted. Please reload the CAPTCHA.

TOPO