Seduc inicia nova etapa do processo de formação sobre Síndrome Congênita do Zika para professores das creches municipais

A Secretaria de Educação do Município (Seduc) iniciou nesta sexta-feira (26) a segunda etapa do ciclo de formações voltado para os professores que atuam nas 12 creches com berçário do Sistema Municipal de Ensino. A intenção é preparar esses profissionais para acolher e contribuir com o desenvolvimento e a progressão escolar das crianças que nasceram com microcefalia ou outras características da Síndrome Congênita do Zika Vírus.

Fazem parte dessa nova etapa da formação todos os professores das turmas de berçário II, especialmente os que trabalham nas creches onde foram matriculados este ano os cinco primeiros bebês com microcefalia a ingressar no Sistema Municipal de Ensino, através das turmas de berçário I.

Cuidadores e professores do primeiro ano do berçário que começaram a trabalhar nas creches este ano também estão participando das formações, que vão abordar temas como estimulação precoce, relacionamento entre creche e família, políticas públicas voltadas para a educação inclusiva, dentre outros pontos importantes para a capacitação desses profissionais.

Para iniciar as atividades deste ano, a gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde, Rossandra Oliveira, conversou com o grupo sobre o vírus da Zika, os riscos da doença e as consequências que ela pode provocar, especialmente em gestantes e crianças.

“No ano passado iniciamos o processo de capacitação com os cuidadores e professores do berçário I, que seriam os primeiros a acolher e trabalhar com essas crianças. Encerrado esse primeiro ciclo em 2016, este ano estamos iniciando a formação para os professores do berçário II, já que no próximo ano são eles que vão trabalhar com as crianças que ingressaram nas creches em 2017”, explicou a coordenadora do Programa Saúde na Escola (PSE), Micheline Pires.

Ainda segundo Micheline, o grupo que participou das formações no ano passado vai continuar recebendo capacitação para fortalecer o trabalho na área de Educação Especial.

“Vamos seguir trabalhando com quem iniciou a formação em 2016, inclusive com a organização de encontros reunindo os dois grupos, porque apesar de termos um olhar especial para a microcefalia a nossa intenção é trabalhar de maneira integral o acolhimento de crianças com necessidades especiais nas creches”, acrescentou.

Fonte: Codecom

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