Zoonoses intensifica ações para evitar doenças provocadas por pombos nas praças

pombos_pca_bandeiraPor orientação da Prefeitura de Campina Grande, o Centro de Zoonoses do município vem desenvolvendo ações preventivas para evitar doenças advindas da proliferação dos pombos da Praça da Bandeira. As aves, símbolo da paz e, portanto, objeto de carinho das pessoas, que lhe dão toda espécie de comida, de pipocas a  guloseimas desaconselháveis para a espécie, já estão incomodando prédios do entorno da Praça, para preocupação dos moradores e comerciantes da área.

O Centro de Zoonoses monitora 16 áreas desde 2013. Os pombos ocupam edificações onde costumam fazer seus ninhos em telhados, forros, caixas de ar condicionado, torre da Igreja Matriz (Catedral), marquises e na Praça da Bandeira, no centro de Campina Grande. A população  tem aumentado  cada dia, tornando-se um problema de saúde pública, pois, podem causar várias doenças graves que podem levar à morte ou deixar sequelas.
As ações do Centro visam a prevenir a proliferação de doenças como Criptococose, Histoplasmose,  Salmonelose, Ornitose, Toxoplasmose, Dermatites, Alergias, Psitacose e Tuberculose avícola, realizando monitoramentos nas áreas da cidade e praticando procedimento como recolhimento de ovos e ninhos, dentro do que especificam  todas as determinações da Declaração Universal dos Direitos dos Animais.

“A ovulação da Pomba dura de 15 a 19 dias, é um processo muito rápido que culmina com a superpopulação da ave, principalmente na área central da cidade, por isso a necessidade de realizar este trabalho de monitoramento para controlar o crescimento arbitrário do animal” ressaltou Rossandra Maria de Oliveira, Coordenadora do Centro de Zoonoses de Campina Grande.

A Coordenadora orienta as pessoas para que não alimentem os pombos de qualquer forma, nem de forma exagerada, com frequência, pois, este ato atrai ainda mais as aves, aprofundando ainda mais o problema. “algumas pessoas gostam de alimentá-los com restos de comida, pão, pipocas, que são alimentos inadequados e prejudicam a saúde dos animais. Além de viciá-los, a alimentação irracional das aves tende a aumentar consideravelmente o quantitativo destas” finalizou.

Desde que as ações foram adotadas pelo Centro de Zoonoses do município, apenas três casos de infecção foram registrados em Campina, um em 2013 e dois em 2014, sendo estes solucionados com a total cura dos indivíduos. Para tanto, o Centro de Zoonoses disponibiliza o telefone: 3310 7062 para que casos como estes sejam de conhecimento do órgão, para que este formate novas ações e intensifique as que já são praticadas.

Fonte: Codecom

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